Muitos de nós sabem intuitivamente, que a importância da opinião dos outros nas decisões de cada pessoa, variam significativamente.
Li ontem uma história num blogue de uma americana, que chegou à conclusão que o seu estilo de vida é insustentável e mudou tudo para uma pequena comunidade no Vermont, Estados Unidos da América. Explicou que muitos dos amigos e família não conseguiam compreender, e algum sofrimento que isso lhe causava. Ela deu a sua opinião sobre o cenário económico dos próximos anos e, digo eu, não teve medo do ridículo. Foi livre.
Mesmo que consigamos passar por esta fase de transição social, económica, energética e ambiental, sem grandes problemas, o que acho bastante improvável, arrisco dizer, a vida comunitária, ligada aos outros, ajuda-nos a ser mais felizes. A tal busca da felicidade, que começa a perceber-se melhor o que é, que a Constituição Americana prevê no preâmbulo.
A busca de ser ridiculamente feliz, e a criação de sistemas que promovam a felicidade, deve ser o sentido da humanidade…